O fotógrafo Brenden Borrellini nasceu surdo e com visão limitada, que acabou evoluindo para a cegueira completa. A dificuldade não o impediu de desenvolver seu maior dom: a fotografia, provando que definitivamente o olhar vem de dentro, da alma.

Após os estudos na Unidade de Educação Especial na Escola Estadual Cavendish Road, em Brisbane, Austrália, ele se tornou o primeiro aluno cego, e surdo, a terminar o ensino médio e ingressar na universidade. O ano de 1989 marcou o reconhecimento nacional de suas realizações acadêmicas, com a conquista do prêmio  Australian of the Year. Depois disso, Brenden partiu para algo completamente novo e até mesmo inesperado. 

O sonho de ser fotógrafo ganhou vida por conta de sua enorme força de vontade e ajuda de um mentor, o diretor artístico do Crossroads Arts (organização com foco em acessibilidade), Steve Mayer-Miller, que destacou o foco, perseverança e motivação de Brenden. Uma máquina que converte os textos em braile auxilia a parceria da dupla, que troca opiniões constantemente em busca de um maior aprimoramento e conhecimento. A ferramenta dá um feedback técnico sobre a arte, apontando itens como composição, luz, efeito do obturador e profundidade.

Para que Brenden enxergue sua obra, as imagens 2D são transformadas em 3D, assim ele pode captar suas ideias através do tato. “Eu posso ter uma noção do que me cerca. Mas quando estou tirando fotos, ainda preciso de alguma ajuda para guiar a câmera na direção certa. Ainda tenho alguma dificuldade para capturar a foto de imediato”, declarou o fotógrafo.

O pequeno documentário abaixo mostra a relação de Brenden com o mundo e suas fotos. Vale a pena ver e se inspirar:

 

 

in hypeness

#SEMPENA2016 foi a bandeira das celebrações do Dia Paralímpico que este ano decorreram na Praça do Comércio, com atividades de desporto adaptado abertas à experimentação do público. Fernando Medina e Marcelo Rebelo de Sousa visitaram o local, a jornada começou com a participação do vereador do Desporto, Jorge Máximo.

 

 

Lisboa acolheu este ano o Dia Paralímpico, 14 de maio, na Praça do Comércio com uma jornada de experimentação e demonstrações de modalidades paralímpicas e surdolímpicas, que contou com diversos atletas apurados para os jogos do Rio de Janeiro . Jorge Máximo, vereador do Desporto da Câmara Municipal de Lisboa participou na abertura, à tarde o espaço foi visitado pelo presidente da autarquia, Fernando Medina, e o Presidente da República. 

Inclusão, igualdade e superação foram as palavras mais ouvidas nos discursos, sentidas por todos quantos assistiram às atividades e sobretudo pelos que tiveram oportunidade de experimentar algumas modalidades como o ténis de mesa, a escalada, o judo, o tiro com arco ou o voleibol sentado. 

Sempre presente esteve a #SEMPENA2016, uma campanha de apoio aos atletas paralímpicos lançada pelo Comité Paralímpico de Portugal e representativa de uma mudança de atitudes que se exige na sociedade: o abandono do preconceito e o respeito pela diferença. Fernando Medina, Marcelo Rebelo de Sousa e Jorge Máximo não faltaram à chamada e fizeram-se fotografar com aquela que será hoje uma das hashtags mais partilhadas nas redes sociais.

Na praça do Comércio, a “sala nobre da cidade”, como frisou Jorge Máximo, muitas crianças, adultos e jovens tiveram a oportunidade de experienciar as dificuldades do desporto adaptado, como pedalar numa bicicleta com as mãos, jogar ténis de mesa numa cadeira de rodas ou à bola com os olhos vendados. 

“Vamos ter muitos heróis em setembro nos jogos paralímpicos”, afirmou Jorge Máximo na abertura da jornada, lembrando que a autarquia tem vindo a trabalhar para promover a inclusão e a igualdade no deporto. A Câmara de Lisboa “tem como baluarte da sua política o combate às assimetrias e está no bom caminho para a promoção do desporto adaptado e para a valorização dos atletas paralímpicos” sublinha. 

“Onde há vontade não há limitações” é uma afirmação dos atletas paralímpicos e o vereador lembra-a para afirmar que é esse o princípio celebrado pelo Dia Paralímpico, uma celebração que procura unir as pessoas e afirmar a qualidade de vida.

 

 

in Câmara Municipal de Lisboa

A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.

 

 

in dnoticias.pt

O tribunal de primeira instância concluiu que não foi possível saber o que esteve na origem da cegueira dos seis doentes, não tendo ficado provado que houve troca de fármacos no serviço de farmácia do Santa Maria onde trabalhavam os dois arguidos.

O tribunal concluiu que o serviço de farmácia do Hospital de Santa Maria tinha, na altura, vários problemas.

 

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) confirmou a absolvição do farmacêutico e da técnica de farmácia, que já tinham sido ilibados no caso da cegueira de seis doentes do Hospital de Santa Maria. Negou assim provimento a um segundo recurso do Ministério Público, noticiou esta terça-feira a Lusa.

O Tribunal da Instância Central de Lisboa tinha confirmado, a 14 de Novembro do ano passado, as absolvições do farmacêutico e da técnica de farmácia que estavam acusados de estar na origem da cegueira parcial ou total de seis doentes do Hospital de Santa Maria. O acórdão insistia que, esgotadas todas as diligências, não tinha sido possível determinar a origem da cegueira dos doentes, porque a substância inoculada nos olhos dos doentes nunca foi identificada.

O Tribunal da Relação de Lisboa vem agora dizer a mesma coisa, que não se detectou “qualquer omissão por parte dos arguidos, com o grau de certeza, reveladora de violação do dever objectivo de cuidado que as circunstâncias impunham”, refere o acórdão de 22 de maio, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

A Relação de Lisboa justifica a absolvição dos dois arguidos, e a confirmação do acórdão da primeira instância, com “a impossibilidade de determinação de nexo causal entre as ofensas provocadas à saúde dos ofendidos e uma actuação qualificável como negligente por parte dos arguidos”.

Contactado pela Lusa, o advogado do farmacêutico Hugo Dourado disse que esperava esta decisão, acrescentando que o seu cliente “sempre desempenhou as suas funções de modo diligente”.

Os factos remontam a 17 de Julho de 2009, depois de terem sido administradas injecções intraoculares a seis doentes, supostamente com o medicamento Avastin. Os juízes acrescentam que não ficou posto de parte que o produto injectado tenha mesmo sido o Avastin, mas que tenha havido contaminação antes de chegar aos doentes. Na altura, o colectivo de juízes da 7.ª vara criminal de Lisboa concluiu que não foi possível saber o que esteve na origem da cegueira dos seis doentes, não tendo ficado provado que houve troca de fármacos no serviço de farmácia do Santa Maria.

Cada ampola de Avastin custava mil euros e, por ser muito cara, tinha a direcção da unidade decidido que de cada vez que não se gastava uma ampola até ao fim era reaproveitada ficando guardadas as sobras em pequenas seringas (o chamado sistema de aliquotas).

Este sistema foi banido depois do ocorrido por se ter concluído que era um método que potencia o erro humano, disse o tribunal, e que exigiria um controlo rigoroso na preparação e rotulagem, algo que, concluíram os juízes, não acontecia.

O serviço de farmácia do Santa Maria padecia, na altura, de várias fragilidades que foram assinaladas pelas várias entidades envolvidas na investigação, desde o Infarmed, à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde e à Ordem dos Farmacêuticos. Por exemplo, os juízes notaram que as ampolas de Avastin deveriam ser guardadas no frigorífico mas que ficavam largas horas à temperatura ambiente, sendo apenas escrito, a caneta de acetato, o nome do fármaco, sem o número de lotes.

Os magistrados consideraram que os arguidos não agiram de forma negligente, tendo caído por terra o principal argumento da acusação: de que tinham violado o manual de procedimentos que estava em prática na altura e que ditaria as regras técnicas de preparação dos fármacos. O tribunal concluiu que não só este manual não existia à altura do ocorrido, como foi feito à pressa um suposto manual na semana seguinte aos casos de cegueira, apenas para ser fornecido à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde. Nenhum responsável pela farmácia do Santa Maria foi responsabilizado.

 

 

in Público

Jeff Hanson vende cada tela por R$ 12 mil e já conquistou famosos com Elton John e Warren Buffett

Pintor cego já doou mais de R$ 3 milhões para caridade (Foto: Reprodução/Facebook)

Quando era jovem, Jeff Hanson foi diagnosticado com neurofibromatose, uma doença genética que causa o surgimento de tumores benignos no cérebro e pode levar à cegueira, como aconteceu no seu caso.

Mesmo com a perda de visão, Hanson se tornou um artista realizado aos 21 anos, com mais de 1,4 mil quadros pintados. Ele ainda doou mais de R$ 3 milhões para a caridade, graças ao dinheiro que arrecadou vendendo suas obras. "Eu pensei que seria bom devolver o dinheiro ao mundo ao invés de usá-lo comigo mesmo", disse Hanson ao USA Today em 2013. "Minha arte faz as pessoas felizes."

Tle "Drive to Lucca" (Foto: Reprodução/Facebook)

Segundo o Huffigton Post, a mãe do artista, Julie, introduziu o menino à pintura para distraí-lo do tratamento de quimioterapia que ele fez quando era criança. A atividade se tornou um negócio de sucesso, com os originais sendo vendidos em média por R$ 12 mil cada. Ele ganhou fãs famosos como Warren Buffett e Elton John. 

Hanson com Elton John (Foto: Reprodução/Facebook)

O trabalho de Hanson se tornou popular rapidamente e permitiu ao pintor usar suas obras para praticar o bem. Quando ele estava com 19 anos, ele promoteu que doaria R$ 3 milhões antes que completasse 20 anos. E cumpriu o prometido. A doação foi dividida por mais de 100 instituições, incluindo a Fundação Make-a-Wish e uma organização que ajuda exclusivamente crianças com tumores.

O processo de criação de grandes peças não é fácil, mas Hanson encontrou uma maneira de utilizar seus pontos fortes no processo. O jovem distinguir vagamente formatos e cores, por isso baseia-se nas texturas na hora de fazer a tela. E para guiar-se, ele usa as bordas da tela. 

Enquanto trabalha você pode ouvir sons enérgicos vindo da sala, porque o artista é realmente muito feliz com seu trabalho. Segundo Julie, cada tela é um laboratório do amor. "Cada uma delas é muito especial", afirmou a mãe do pintor.

Tela "Seaside Cottage" (Foto: Reprodução/Facebook)

 

 

in Globo

A maioria das pessoas desconhece a associação entre o fumo do tabaco e o aparecimento de doenças oculares que podem levar a diminuição grave da visão e mesmo à cegueira mas especialistas consideram que alertar a população para este risco pode ser um factor chave para diminuir o número de tabagistas.

 

"Está bem estabelecida a relação entre a exposição continuada ao fumo do tabaco e degenerescência macular-  perda progressiva da visão central, doença de graves, catarata, glaucoma, uveíte e doenças da superfície ocular, levando à cegueira irreversível em muitos casos", explicou Maria João Quadrado, presidente da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia (SPO), por ocasião do Dia Mundial sem Tabaco, que se assinala a 31 de Maio. "Evidências científicas demonstram que quanto maior a exposição, maior o risco de desenvolvimento e de progressão destas doenças", reforçou.

 

Segundo a SPO, o tabaco acelera o processo de envelhecimento em todo o organismo, inclusive a nível ocular, uma vez que os químicos presentes no fumo aumentam os níveis de oxidantes e diminuem os níveis de antioxidantes. Assim, o fumo do tabaco pode aumentar para o dobro o risco de desenvolver catarata e degenerescência macular da idade, duas das principais causas de cegueira a nível mundial.

 

A presidente da SPO afirmou também que "o tabaco duplica ou mesmo triplica o risco de desenvolver DMI (Degenerescência Macular da Idade). Esta doença afecta a retina, nomeadamente a macula que é a zona responsável pela visão de leitura, podendo levar à cegueira legal. Os fumadores desenvolvem em média esta doença dez anos mais cedo que os não fumadores e quanto maior o tempo e maior o número de cigarros a pessoa fumou durante a vida, maior o dano para a visão".

 

Há ainda outras patologias agravadas pelos hábitos tabágicos. Nos diabéticos, o tabaco apresenta um risco duas a três vezes superior de desenvolvimento de retinopatia diabética, e agravam a doença depois de esta surgir. O fumo do cigarro piora o síndrome do olho seco com alterações da qualidade do filme lacrimal, diminuição da produção de lágrima e da sensibilidade da córnea e conjuntiva. Para além disso pode levar ao aparecimento de infiltrados e úlceras de córnea nos portadores de lentes de contacto. Está também demonstrada cientificamente a associação entre fumar e o desenvolvimento de doença de graves, que pode levar à perda súbita ou total de visão. Já quem fuma na gravidez aumenta o risco do bebé ter estrabismo, por exemplo.

 

No entanto, deixar de fumar pode parar ou mesmo reverter algumas lesões oftalmológicas causadas pelo fumo do tabaco, dependendo do tipo e gravidade da doença. "No caso da DMI, os fumadores têm aproximadamente o dobro do risco de desenvolver esta doença, mas o risco em ex-fumadores é apenas ligeiramente superior ao das pessoas não fumadoras. O risco de desenvolvimento de catarata também é inferior em ex-fumadores quando comparado com fumadores activos", frisou a especialista.

 

 

in Sábado

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