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A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.

 

 

in dnoticias.pt

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