https://businessmonkeynews.com/pt/pt/eles-vao-usar-genes-de-algas-para-tentar-curar-um-tipo-de-cegueira/

 

 

 

Retinite pigmentosa é o nome dado a um grupo de distúrbios genéticos que afectam a retina, e causar uma degeneração dos mesmos. O resultado é que a pessoa vai sofrer uma perda progressiva da visão para acabar sofrendo de cegueira total. Mas agora a empresa britânica GenSight Biologics recebeu autorização para executar testar um novo tratamento baseado em optogenética, para tentar curar esse tipo de cegueira.

 

técnica optogenetic é manipular certos genes para determinadas áreas do cérebro de luz para cima. O que os pesquisadores pretendem fazê-lo é apalicarla o olho, manipular o gene que controla a chamada de células ganglionares da retina. O que vai executar esta terapia é para inserir genes de pesquisadores algas luz nas ditas células a transformar de fotorreceptores.

 

Algas em questão pertencem à variedade chamada Chlamydomonas renhardtti. Eles são organismos unicelulares com um mecanismo que lhes permite buscar a luz solar para a fotossíntese. A idéia, portanto, é que o gene de algas transplantadas para o olho humano servem para ajudar a recuperar parte da capacidade de visão.

Os voluntários que participam dos testes deve atender a vários requisitos, incluindo não ser completamente cego e ainda ser capaz de ver, pelo menos, cinco dedos a uma distância de um metro.


 

in Business Monkey News

 

 

 

O consumo de cafeína, em doses equivalentes a dois/três cafés por dia, protege as células da retina, conclui um estudo realizado por investigadores das universidades de Coimbra e de Bona (Alemanha). A investigação abre caminho para o desenvolvimento de “novas abordagens terapêuticas para o tratamento de doenças da visão associadas a episódios isquémicos, como a retinopatia diabética e glaucoma, duas das principais causas de cegueira a nível mundial”, afirma a Universidade de Coimbra (UC) numa nota enviada esta segunda-feira à agência Lusa.

 

A isquemia da retina é uma complicação associada às doenças degenerativas da retina, contribuindo para a perda de visão e cegueira, refere a UC, indicando que esta “patologia ocorre por oclusão de vasos sanguíneos, maioritariamente da artéria central da retina, de um ramo da artéria da retina ou por oclusão venosa”.

Liderado por Ana Raquel Santiago, investigadora no laboratório Retinal Dysfunction and Neuroinflammation da Faculdade Medicina da UC, o estudo, já publicado na Cell Death and Disease, foi realizado em modelos animais (ratos) e desenvolvido em duas fases.

 

Primeiro, relata a UC, foram “avaliados os efeitos da cafeína nas células da microglia, células imunitárias que funcionam como os macrófagos da retina, mas que em situação de isquemia libertam substâncias nocivas que contribuem para o processo degenerativo”.

 

Os ratos começaram por consumir cafeína durante duas semanas ininterruptamente, tendo sido posteriormente sujeitos a um período transitório de isquemia ocular e, após recuperação, voltaram a beber cafeína. As análises mostraram que “a cafeína controla a reatividade das células da microglia de forma a conferir proteção à retina, quando comparado com animais que bebiam água (animais controlo)”, acrescenta a UC.

 


Nas primeiras 24 horas assistiu-se a uma ativação exacerbada das células da microglia, indicando que, de alguma forma, a cafeína estava a promover um ambiente pró-inflamatório para depois garantir proteção e travar a progressão da doença”, refere a coordenadora do estudo, citada pela UC.
Perante estes resultados, e sabendo que a cafeína é um antagonista dos recetores de adenosina (envolvidos na comunicação do sistema nervoso central), a segunda fase do estudo centrou-se em testar o potencial terapêutico de um fármaco, a istradefilina, no controlo do ambiente inflamatório após um episódio isquémico da retina.

 

Trata-se de um fármaco capaz de bloquear a ação dos recetores A2A de adenosina e que tem sido avaliado em outras doenças neurodegenerativas. “Neste grupo de experiências, observou-se que a administração de istradefilina diminui a reatividade das células da microglia, atenuando o ambiente pró-inflamatório e o dano causado pela isquemia transiente”, descreve Ana Raquel Santiago.
Este fármaco foi testado pela primeira vez na retina, tendo sido administrado após o insulto isquémico da retina. Os resultados da investigação abrem portas para “a identificação de novos fármacos que possam tratar ou atenuar as alterações visuais inerentes a estas doenças”, sustenta a investigadora.

 

Os recetores A2A de adenosina podem vir a ser um alvo interessante para travar a perda de visão causada por doenças como o glaucoma ou a retinopatia diabética, duas das principais causas de cegueira a nível mundial”, salienta ainda Ana Raquel Santiago.

 

Atualmente, “não há cura para estas doenças e os tratamentos disponíveis não são eficazes, sendo crucial identificar novas estratégias terapêuticas”, conclui. Desenvolvido ao longo de três anos, o estudo foi financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e pela empresa Manuel Rui Azinhais Nabeiro.


 

in Observador.pt

 

O fotógrafo Brenden Borrellini nasceu surdo e com visão limitada, que acabou evoluindo para a cegueira completa. A dificuldade não o impediu de desenvolver seu maior dom: a fotografia, provando que definitivamente o olhar vem de dentro, da alma.

Após os estudos na Unidade de Educação Especial na Escola Estadual Cavendish Road, em Brisbane, Austrália, ele se tornou o primeiro aluno cego, e surdo, a terminar o ensino médio e ingressar na universidade. O ano de 1989 marcou o reconhecimento nacional de suas realizações acadêmicas, com a conquista do prêmio  Australian of the Year. Depois disso, Brenden partiu para algo completamente novo e até mesmo inesperado. 

O sonho de ser fotógrafo ganhou vida por conta de sua enorme força de vontade e ajuda de um mentor, o diretor artístico do Crossroads Arts (organização com foco em acessibilidade), Steve Mayer-Miller, que destacou o foco, perseverança e motivação de Brenden. Uma máquina que converte os textos em braile auxilia a parceria da dupla, que troca opiniões constantemente em busca de um maior aprimoramento e conhecimento. A ferramenta dá um feedback técnico sobre a arte, apontando itens como composição, luz, efeito do obturador e profundidade.

Para que Brenden enxergue sua obra, as imagens 2D são transformadas em 3D, assim ele pode captar suas ideias através do tato. “Eu posso ter uma noção do que me cerca. Mas quando estou tirando fotos, ainda preciso de alguma ajuda para guiar a câmera na direção certa. Ainda tenho alguma dificuldade para capturar a foto de imediato”, declarou o fotógrafo.

O pequeno documentário abaixo mostra a relação de Brenden com o mundo e suas fotos. Vale a pena ver e se inspirar:

 

 

in hypeness

#SEMPENA2016 foi a bandeira das celebrações do Dia Paralímpico que este ano decorreram na Praça do Comércio, com atividades de desporto adaptado abertas à experimentação do público. Fernando Medina e Marcelo Rebelo de Sousa visitaram o local, a jornada começou com a participação do vereador do Desporto, Jorge Máximo.

 

 

Lisboa acolheu este ano o Dia Paralímpico, 14 de maio, na Praça do Comércio com uma jornada de experimentação e demonstrações de modalidades paralímpicas e surdolímpicas, que contou com diversos atletas apurados para os jogos do Rio de Janeiro . Jorge Máximo, vereador do Desporto da Câmara Municipal de Lisboa participou na abertura, à tarde o espaço foi visitado pelo presidente da autarquia, Fernando Medina, e o Presidente da República. 

Inclusão, igualdade e superação foram as palavras mais ouvidas nos discursos, sentidas por todos quantos assistiram às atividades e sobretudo pelos que tiveram oportunidade de experimentar algumas modalidades como o ténis de mesa, a escalada, o judo, o tiro com arco ou o voleibol sentado. 

Sempre presente esteve a #SEMPENA2016, uma campanha de apoio aos atletas paralímpicos lançada pelo Comité Paralímpico de Portugal e representativa de uma mudança de atitudes que se exige na sociedade: o abandono do preconceito e o respeito pela diferença. Fernando Medina, Marcelo Rebelo de Sousa e Jorge Máximo não faltaram à chamada e fizeram-se fotografar com aquela que será hoje uma das hashtags mais partilhadas nas redes sociais.

Na praça do Comércio, a “sala nobre da cidade”, como frisou Jorge Máximo, muitas crianças, adultos e jovens tiveram a oportunidade de experienciar as dificuldades do desporto adaptado, como pedalar numa bicicleta com as mãos, jogar ténis de mesa numa cadeira de rodas ou à bola com os olhos vendados. 

“Vamos ter muitos heróis em setembro nos jogos paralímpicos”, afirmou Jorge Máximo na abertura da jornada, lembrando que a autarquia tem vindo a trabalhar para promover a inclusão e a igualdade no deporto. A Câmara de Lisboa “tem como baluarte da sua política o combate às assimetrias e está no bom caminho para a promoção do desporto adaptado e para a valorização dos atletas paralímpicos” sublinha. 

“Onde há vontade não há limitações” é uma afirmação dos atletas paralímpicos e o vereador lembra-a para afirmar que é esse o princípio celebrado pelo Dia Paralímpico, uma celebração que procura unir as pessoas e afirmar a qualidade de vida.

 

 

in Câmara Municipal de Lisboa

A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.A cidade do Funchal, na Madeira, vai ser a primeira do país a ter uma praia adaptada a invisuais, um projeto saído do orçamento participativo da câmara que será criado na praia Formosa.

A partir da próxima semana, a praia Formosa vai "dispor de um dispositivo para pessoas com deficiências visuais ou invisuais, [que lhes permite] nadarem livremente, em total autonomia e em condições de segurança excelentes", explicou à Lusa o vereador Domingos Rodrigues.

Um dos grandes problemas que os cegos enfrentam quando querem nadar no mar é saberem onde estão e para que lado fica a costa, sendo difícil e até perigoso "aventurarem-se sozinhos".

Para que tal não aconteça, refere Domingos Rodrigues, foi adquirido um dispositivo inovador - já usado na Europa - e que "permite ao invisual entrar e sair da água autonomamente, bem como saber a sua localização na água através de uma pulseira que aciona um dispositivo sonoro localizado em boias flutuantes e em painéis".

Além das boias que delimitam a área onde é seguro nadar, os invisuais poderão usar uma pulseira que lhes permite saber "exatamente onde estão em relação às boias", criando "uma espécie de redoma estável e segura para nadarem livremente".

Estas pulseiras estão dotadas de botões que, quando pressionados, permitem saber a localização em relação a uma das três boias, além de terem um de emergência que, quando acionado, alerta um nadador salvador.

O processo de entrada e saída no mar faz-se através de um estrado em madeira, que também serve para ajudar as pessoas de mobilidade reduzida a chegar ao mar.

No início serão disponibilizadas cinco pulseiras que permitem a cinco invisuais usufruírem de uma ida à água, "podendo no futuro ser aumentado este número", reconhece Domingos Rodrigues.

No caminho a percorrer até ao mar, estão painéis informativos quer para os cegos, quer para o público em geral, com informação em português, inglês e em linguagem braille.

Este novo sistema, que conta com um custo de 50 mil euros, está integrado juntamente com o sistema de acesso ao mar de pessoas com mobilidade reduzida e cumpre os requisitos exigidos pelas recomendações internacionais, garantiu o vereador

Domingos Rodrigues acrescentou ainda que "a implementação deste dispositivo, já testado, e a inaugurar na próxima semana, deve-se ao facto de integrar os projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2014 do município do Funchal, tendo sido o mais votado pelos munícipes".

Além da mais-valia que representa para os invisuais da região, a praia é, segundo sublinhou o vereador, importante para o turismo madeirense.

"Os turistas que nos visitam são, na sua maioria, séniores. Este é um contributo significativo para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e de um turismo mais inclusivo", concluiu.

 

 

in dnoticias.pt

O tribunal de primeira instância concluiu que não foi possível saber o que esteve na origem da cegueira dos seis doentes, não tendo ficado provado que houve troca de fármacos no serviço de farmácia do Santa Maria onde trabalhavam os dois arguidos.

O tribunal concluiu que o serviço de farmácia do Hospital de Santa Maria tinha, na altura, vários problemas.

 

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) confirmou a absolvição do farmacêutico e da técnica de farmácia, que já tinham sido ilibados no caso da cegueira de seis doentes do Hospital de Santa Maria. Negou assim provimento a um segundo recurso do Ministério Público, noticiou esta terça-feira a Lusa.

O Tribunal da Instância Central de Lisboa tinha confirmado, a 14 de Novembro do ano passado, as absolvições do farmacêutico e da técnica de farmácia que estavam acusados de estar na origem da cegueira parcial ou total de seis doentes do Hospital de Santa Maria. O acórdão insistia que, esgotadas todas as diligências, não tinha sido possível determinar a origem da cegueira dos doentes, porque a substância inoculada nos olhos dos doentes nunca foi identificada.

O Tribunal da Relação de Lisboa vem agora dizer a mesma coisa, que não se detectou “qualquer omissão por parte dos arguidos, com o grau de certeza, reveladora de violação do dever objectivo de cuidado que as circunstâncias impunham”, refere o acórdão de 22 de maio, a que a agência Lusa teve hoje acesso.

A Relação de Lisboa justifica a absolvição dos dois arguidos, e a confirmação do acórdão da primeira instância, com “a impossibilidade de determinação de nexo causal entre as ofensas provocadas à saúde dos ofendidos e uma actuação qualificável como negligente por parte dos arguidos”.

Contactado pela Lusa, o advogado do farmacêutico Hugo Dourado disse que esperava esta decisão, acrescentando que o seu cliente “sempre desempenhou as suas funções de modo diligente”.

Os factos remontam a 17 de Julho de 2009, depois de terem sido administradas injecções intraoculares a seis doentes, supostamente com o medicamento Avastin. Os juízes acrescentam que não ficou posto de parte que o produto injectado tenha mesmo sido o Avastin, mas que tenha havido contaminação antes de chegar aos doentes. Na altura, o colectivo de juízes da 7.ª vara criminal de Lisboa concluiu que não foi possível saber o que esteve na origem da cegueira dos seis doentes, não tendo ficado provado que houve troca de fármacos no serviço de farmácia do Santa Maria.

Cada ampola de Avastin custava mil euros e, por ser muito cara, tinha a direcção da unidade decidido que de cada vez que não se gastava uma ampola até ao fim era reaproveitada ficando guardadas as sobras em pequenas seringas (o chamado sistema de aliquotas).

Este sistema foi banido depois do ocorrido por se ter concluído que era um método que potencia o erro humano, disse o tribunal, e que exigiria um controlo rigoroso na preparação e rotulagem, algo que, concluíram os juízes, não acontecia.

O serviço de farmácia do Santa Maria padecia, na altura, de várias fragilidades que foram assinaladas pelas várias entidades envolvidas na investigação, desde o Infarmed, à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde e à Ordem dos Farmacêuticos. Por exemplo, os juízes notaram que as ampolas de Avastin deveriam ser guardadas no frigorífico mas que ficavam largas horas à temperatura ambiente, sendo apenas escrito, a caneta de acetato, o nome do fármaco, sem o número de lotes.

Os magistrados consideraram que os arguidos não agiram de forma negligente, tendo caído por terra o principal argumento da acusação: de que tinham violado o manual de procedimentos que estava em prática na altura e que ditaria as regras técnicas de preparação dos fármacos. O tribunal concluiu que não só este manual não existia à altura do ocorrido, como foi feito à pressa um suposto manual na semana seguinte aos casos de cegueira, apenas para ser fornecido à Inspecção-Geral das Actividades em Saúde. Nenhum responsável pela farmácia do Santa Maria foi responsabilizado.

 

 

in Público

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